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15/03/11

Ouro acumula maior valorização dos últimos 12 meses

 O ouro atrai investidores que querem conciliar rentabilidade e segurança por ser um ativo real em um período de crise no mercado virtual de ações e com valorização em torno dos 20% nos últimos 12 meses. No entanto, quem opta pela compra na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) vai investir, invariavelmente, mais de R$ 10 mil e não estará imune às oscilações de mercado.<br>
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Tomando como exemplo o fechamento do ouro ontem, em R$ 53,80 o grama, quem fez o investimento mínimo no lote-padrão de 250 gramas pela BM&F com prazo de 30 dias teve que desembolsar R$ 13.514,77, incluídas as taxas de corretagem, seguro e outros encargos.<br><br>
O investidor também precisa ficar atento às cotações do dólar, já que a base de cálculo do metal é indexada internacionalmente pela moeda americana. “Um dos riscos do ouro no Brasil é a cotação atrelada ao dólar. Em todo final de pregão, a cotação do ouro é transformada em dólar para depois ser calculada em real. O metal é cotado seguindo patamares internacionais definidos pela Comex (Câmara de Comoditties da Bolsa de Nova York)<br><br>
Mesmo com a rentabilidade do ouro sendo a maior entre todas as aplicações no acumulado dos últimos 12 meses (19,4% diante dos 7,2% do dólar, 7,48% da poupança e -18% da Bovespa), quem aplicou no ouro no início da crise mundial, perdeu dinheiro depois da intervenção dos governos Estados Unidos e de países da Europa na economia, no início de outubro.<br>
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O grama era cotado na faixa dos R$ 58 no início deste mês – R$ 4,50 a menos que ontem. A queda totalizou uma perda de R$ 1.125 no lote-mínimo de 250 gramas da BMF neste período inferior a 20 dias.

 


FONTE : http://www.4dfolheados.com.br/ver_noticia.php?id=27

06/03/11

Fundos de InvestimentoI (IMPORTANTE)

Boa Parte do que cai na prova se refere a Fundos então vamos focar um pouco e conhecer melhor.



CONCEITO

Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de investidores (cotistas) que têm por objetivo rentabilizar suas aplicações.
Uma instituição ao oferecer um fundo de investimento oferece um serviço que é o de investir os recursos dos clientes que aplicam nos fundos (administrar os recursos dos clientes). É por isso que a taxa cobrada por esse serviço chama-se taxa de administração.
Na lei (Instrução CVM 409 e 450) é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio, destinado à aplicação em ativos.
Um fundo de investimento tem como característica (isso poder cair na prova):
- Eqüidade (igualdade) entre investidores.
- Diversificação e aplicação com baixos valores.
- Permite que o investidor chegue em mercados que sozinho não seria capaz de atingir.
- Oferecer direitos e deveres ao investidor.
Cota: fração (= pedaço) do patrimônio do fundo.
Patrimônio Líquido ($): Valor dos Ativos (títulos, ações...) + Valores a Receber – Despesas
Valor da cota: Patrimônio Líquido
Número de Cotas
A ANBID costuma perguntar o que é o valor da cota. Basta lembrar que se é valor é algo que tem que ser expresso em reais ($). Portanto, eu tenho que pegar algo que é expresso em $, ou seja, o Patrimônio do Fundo ($ total do fundo) e dividir pelo número de cotas (número de pedaços do fundo).
Dica: falou em valor da cota. A própria pergunta já diz, transforme em: valor ($) da
Cota Dicionário Anbidinês: Número de Cotas = Saldo em Cotas (é a mesma coisa!)
Chinese Wall (Muralha da China): É a segregação (que o Banco Central pede que ocorra) entre duas áreas (a área de Fundos e de CDB). Estas áreas têm que trabalhar separadas, com o objetivo de evitar conflito de interesses*. (IMPORTANTE)
Na ANBID, ela vai falar assim: Segregação entre a administração de recursos próprios (= CDB) e a administração de recursos de terceiros* (= fundos de investimento).
Dica: Foque na palavra-chave segregação (para dizer que é Chinese Wall).
Importante: A área de CDB também é conhecida como Área de Recursos de Tesouraria.

ASPECTOS GERAIS:

Distribuidor: Vende cotas de fundos aos investidores. O distribuidor faz a captação dos
Recursos do cliente para aplicar nos fundos (lembrar da campanha de captação = você capta o recurso do cliente para aplicações em fundos).
Associe: o distribuidor é você.
Custodiante: Cuida da posição do fundo e faz marcação a mercado.
Depois que o gestor faz as operações de compra e venda, alguém tem que liquidar a operação, ou seja, fazer ou receber os pagamentos, entregar ou receber os títulos/ações que foram
negociados... Ele também se responsabiliza pela guarda desses ativos.
Gestor: Compra e vende os ativos (títulos, ações) do fundo. Toma as decisões de investimento.
DECIDIR o que comprar e vender no fundo (ele toma as decisões de investimento*).
*Reforce essa informação: porque tem muita gente que confunde e diz que quem toma as
Decisões de investimento é o administrador.
Administrador: Cuida de todo o resto. É o responsável LEGAL pelo fundo. Presta informações ao investidor e à CVM.
 Portanto, é um papel do administrador cuidar da constituição (criação do fundo) e da contratação de prestadores de serviço (auditor, gestor, custodiante) do fundo.
Auditor: audita as demonstrações contábeis (prestação de contas = balanço) do fundo.
Associe: Esse é um exemplo de conceito em que palavra já diz tudo, o auditor audita, ok?
Cotista: PROPRIETÁRIO dos ativos do fundo.
Associe: O cotista é o dono do $ que está investido no fundo, dos títulos e ações (ativos) que
compõem o fundo. Cuidado para não dizer que o dono é o administrador ou o gestor. Lembre-se então que um fundo não é garantido nem pelo administrador nem pelo gestor.
Assembléia: instância máxima de DECISÃO do fundo.
Associe: Para o cliente que reclama que tem que ir até POA, reforce que ele está indo para a
instância MÁÁÁXIMA de DECISÃO do fundo.



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  • A Auto-Imagem
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  • O que é FeedBack
  • Importância do FeedBack
  • A Janela de Johari
  • A Busca do conhecimento
  • Formas do "Eu"
  • Disfunções do FeedBack
  • Eficácia
  • Exercícios relacionados
  • Determinação, disciplina e técnica
  • Tempo, dinheiro e saúde
  • A Origem
  • Utilizando um "não" de maneira produtiva
  • Hábitos
  • Atingindo Metas
  • Formas de desperdício de tempo
  • Sua cota pessoal
  • Pesquisa relacionada
  • Avaliando seu Tempo disponível
  • Gastar tempo com...
  • Exercícios relacionados

06/01/11

Tesouro Direto versus CDB, o que rende mais?

Vamos comparar a rentabilidade projetada para os próximos 12 meses de um CDB pós fixado para uma LFT em diversos cenários de custos para a LFT e de rentabilidade para o CDB.







O grande impecilho para o investidor do tesouro direto é o elevado custo da CBLC cobrado pela BM&F Bovespa. O percentual de 0,4% é muito, considerando não apenas a taxa de juros atual, mas também o valor cobrado pelas corretoras.

Pasmem, o custo é alto principamente quando vemos o quanto esse mercado vem crescendo. Há apenas 3 anos existiam pouco mais de 60 mil investidores cadastrados com R$ 969 milhões aplicados, enquanto que em julho deste ano há 163 mil investidores com um volume total de R$ 2,9 bilhões. O volume de dinheiro triplicou e os custos continuaram os mesmos.




Conforme a tabela acima o rendimento médio de uma LFT será superior apenas ao CDB que paga 90% do CDI. Tesouro direto não parece ser uma boa opção para investidores que queiram aplicar em LFT, entretanto para LTN e NTN-B pode ser uma boa alternativa, devido a estratégia, pois é difícil encontrar CDBs pré-fixados e menos ainda corrigidos pela inflação.

Abaixo tem a lista de algumas corretoras que cobram diferentes taxas para o investidor que quer aplicar no Tesouro Direto.



FONTE: http://www.oguardiaodoseudinheiro.com.br/2010/08/06/tesouro-direto-versus-cdb-o-que-rende-mais/

02/12/10

04/11/2010 14h00 - Atualizado em 04/11/2010 15h02 O G1 já viu: filme 'A rede social' traça retrato crítico da juventude 2.0

Longa de David Fincher mostra os bastidores da criação do Facebook.
Produção encerra nesta quinta-feira (4) a 34ª Mostra de Cinema.



Um garoto genial e tímido, mas mimado, revoltado, vingativo, ganancioso, trapaceiro, arrogante e que passa o dia de chinelo de avô e moletom. Em 140 caracteres, essa é uma descrição que se pode fazer de Mark Zuckerberg, tendo-se apenas como base “A rede social”, filme de David Fincher que encerra a 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo nesta quinta-feira (4).


O longa, que só estreia no Brasil em 3 de dezembro, é vendido como a história do Facebook, maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários. Mas a primeira coisa a se saber sobre ele é que se trata de um filme sobre Zuckerberg, um prodígio da computação que se tornou bilionário aos 23 anos, cuja história serve para Fincher traçar um crítico retrato da juventude 2.0., desregrada e ensimesmada.
Copia e cola
“A rede social” tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada. Para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que destrói a reputação dela e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo mote é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.



A invenção o torna popular pela primeira vez. Três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, de nicho, em que os cadastrados poderão se relacionar sabendo exatamente quem é a pessoa por trás da tela do monitor.


Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e europeias.
Thriller nerd
Ter acesso aos bastidores da criação de uma rede social virtual não parece nada atraente, tudo bem, mas é aqui que entra o olhar de Fincher. A narrativa não é linear e mescla cenas do passado com presente, como Zuckerberg programando e se defendendo no tribunal universitário de seus ex-colegas que lutam pelo crédito a que têm direito.
Essas cenas de disputa são tensas e servem para apresentar uma bela geração de novos atores que vêm por aí. Eisemberg tem uma quietude arrogante: ele não sorri nem altera o tom de voz e criou um irritante trejeito de falar atropelando as palavras. Garfield, que em breve será o novo Homem-Aranha, destaca-se pela carga dramática que emprega ao seu personagem, o melhor amigo de Zuckerberg que leva uma rasteira daquelas.
Armie Hammer, que faz os gêmeos Winklevoss, está tão bem que nem parece um mesmo ator em dois papéis. Já Justin Timberlake também está ótimo na pele do escroque Sean Parker, cocriador do Napster e um dos primeiros a enxergar um potencial de negócios no Facebook.
“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa e até mesmo na crise da indústria fonográfica.
Fora isso, a edição alucinante e claustrofóbica de Fincher, pontuada com os ótimos diálogos do roteiro de Aaron Sorkin (da série “The west wing”) e a nervosa trilha sonora de Trent Reznor (do Nine Inch Nails), fazem do filme um thriller dos bons. Um thriller nerd dos bons.
34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
"A rede social"
Quando: 4 de novembro, às 20h
Onde: Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino; tel.: 3512-6111)

Gustavo Miller
Do G1, em São Paulo

FONTE: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/11/o-g1-ja-viu-filme-rede-social-traca-retrato-critico-da-juventude-20.html

SISTEMA FINANCEIRO PARTE II

ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento)

Associados: bancos de investimento e bancos múltiplos com carteira de investimento,
ou seja, bancos que lidam com investimentos.
Principais atribuições da ANBID:
�� Auto-regulação de fundos de Investimento.
�� Auto-regulação das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários1.
�� Auto-regulação do Programa de Certificação Continuada (CPA-10).
�� Auto-regulação para os serviços qualificados de mercado de capitais2.
�� Auto-regulação do mercado de private bank doméstico3.
1 Títulos são contratos de empréstimo. Valores Mobiliários (FUDAS) são investimentos.
Portanto: Títulos e Valores Mobiliários = Investimentos.
2Os serviços qualificados do mercado de capitais compreendem os serviços de custódia
e controladoria de fundos de investimento, conforme foi perguntado na prova de junho/08.
3Private bank = segmento de clientes ricos.
3Doméstico = do país (empregada doméstica é a empregada da casa; embarque doméstico é o embarque nacional; mercado doméstico é o mercado da casa, mercado nacional).

Caiu na Prova: As instituições não filiadas à ANBID podem aderir aos Códigos de Autoregulação da ANBID mediante assinatura do Termo de Adesão.
Importante! Leve as atribuições da ANBID porque a ANBID sempre pergunta sobre ela na prova.
Dica: Foque em palavras-chave para facilitar a análise da questão. E no caso da ANBID a palavra-chave é “Auto-Regulação”.

PRINCIPAIS INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

Banco Múltiplo
Os bancos podem operar com diversas carteiras. Carteira: comercial, de investimento,
de desenvolvimento, de crédito, de financiamento e de arrendamento mercantil (leasing).
Cuidado! Não queira levar mais do que a prova pede, veremos aqui somente os conceitos
de carteiras de investimento e comercial. Não precisa levar as demais.

Quantas carteiras para ser Banco Múltiplo? ≥ 2. Uma delas tem que ser COmercial ou
de INvestimento (associar* as iniciais com a palavra COIN, que significa moeda em inglês).

*Uma dica para ajudá-lo nos estudos é fazer associações com palavras, pois fica mais fácil de levar para a prova.

Banco Comercial (ou Carteira Comercial de um Banco Múltiplo):
- Capta depósitos à vista (Conta Corrente). Capta depósitos a prazo (CDB).
- Financia a curto é médio prazo*
* Leve este conceito “curto e médio prazo” que cai direto na prova. Lembre que o Santander é um banco múltiplo, e que o segmento que atuamos na agência é o comercial (associe: que no nosso segmento, o cliente não quer nem ouvir falar em “longo prazo”, portanto, Banco Comercial = financia a curto e médio prazo).

Banco de Investimento (ou Carteira de Investimento de um Banco Múltiplo)
- NÃO capta depósitos à vista (conta corrente). Capta depósitos a prazo (CDB).
- Financia a médio e longo prazo. (associe: que quando falamos em Banco de Investimento,estamos falando em bancos que não têm conta corrente, que não emprestam para o povão,mas sim para empresas, e se falamos em investimentos, devemos pensar no médio e longo prazo, portanto, Banco de Investimento = financia a médio e longo prazo).
- Empresta $ para empresas: capital fixo e de giro(= aquele que gira na empresa=$para reposição de mercadorias).
- Administra e vende fundos de investimento (= administração de recursos de terceiros1)
- Estrutura a emissão de investimentos, ou seja, títulos e valores mobiliários2.

1 Entenda administração de recursos de terceiros (terceiros = clientes) como fundos de investimento. Num fundo de investimento reunimos os valores aplicados dos investidores
e administramos os recursos aplicados (investimos o $). É por isso que o nome da taxa que cobramos por administrar o recurso do cliente em um fundo chama-se taxa de
administração.

2 Títulos (contratos de empréstimo) e valores mobiliários (FUDAS) = Investimentos.
Resumindo Diferenças Bancos
Banco Comercial Banco de Investimento
Financia a curto/médio prazo. Financia a médio/longo prazo.
Capta depósito a vista (conta corrente). Não Capta depósito a vista (conta corrente).
Não é de Investimento. É de investimento (oferece fundos,
investimentos = títulos e valores mobiliários).

Veja que a ANBID poderia perguntar qual é o Banco Múltiplo das alternativas abaixo que tem depósito à vista (conta corrente)? É aquele que tem
a) Somente carteira comercial.
b) Carteira de investimento e de crédito.
c) Carteira comercial e de crédito.
d) Somente carteira de investimento.

Lembre-se que: um banco múltiplo tem que ter pelo menos uma carteira COmercial ou de INvestimento (COIN). Tenho que buscar a resposta que seja duas carteiras pelo menos – estou falando de Banco Múltiplo - e que uma seja comercial – já que estou falando que este Banco tem conta corrente. Alternativa correta é c.

Associe: O Santander é um Banco Múltiplo (tem de tudo). Ele atua como Banco Comercial e você faz parte disso (é da área comercial). Na nossa área comercial, oferecemos depósito a vista para o cliente (conta corrente) e a gente vê que o cliente não quer nem saber de longo prazo, é por isso que falamos que o Banco Comercial financia a Curto e Médio prazo. E atua como Banco de investimento, e quem faz parte desse pedaço do Santander é a área que lida com investimentos (fundos de investimento)... e quando falamos em investimentos, pensamos em médio/longo prazos, é por isso que no Banco de Investimento (lembre-se da parte de Investimento do Santander)
financiamos a médio/longo prazos.

OUTROS INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS
Tanto a Corretora quanto a Distribuidora são intermediários financeiros, ou seja, vão cuidar
da intermediação de investimentos. A principal diferença é que a Corretora opera nas Bolsas,já a Distribuidora NÃO opera nas Bolsas.

BOLSAS (DE VALORES / DE MERCADORIAS E FUTUROS)
�� Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo)
- Local COM fins lucrativos onde são negociados títulos e valores mobiliários*.
*Na Bolsa sabemos pela Fátima Bernardes que são negociadas ações (ações está dentro de FUDAS = valores mobiliários) e além de ações encontramos também debêntures e até um tipo de fundo de investimento.
Portanto, falou em local onde são negociados FUDA (fundo, debêntures e Ações), falou em Bovespa. Opa, Cadê o S de Swap. Swap é na BM&F que veremos abaixo. Veremos no módulo VI que fundo é esse negociado na Bovespa.
- Fiscalização: CVM (faz parte de FUDAS)
�� BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros)
- Local COM fins lucrativos onde são negociados derivativos (Swap).
- Fiscalização: CVM (faz parte de FUDAS)

Mas afinal, o que são derivativos?
Dica: para levar o que é um derivativo é só pensar no derivativo mais antigo que existe, que é o noivado. O noivado é um contrato entre duas pessoas (duas partes) que eu faço hoje para
ser honrado numa data futura. Portanto, associe o DERIVATIVO com o NOIVADO.
Swap: único derivativo que estudamos para a ANBID. É um contrato entre 2 partes que possibilita troca de rendimentos para ser honrado uma data futura, ou seja, a troca vai ocorrer em uma data futura.
Importante: Recentemente a BM&F e Bovespa se juntaram. Surgiu a BM&FBovespa, mas o tópico referente a essa união só começará a cair na prova o ano que vem.

�� Sociedade CORRETORA de TVM (Títulos e Valores Mobiliários).
- Opera em Bolsas, cuidando da intermediação da compra e venda de ações e derivativos
(títulos e valores mobiliários).
- Administra fundos e clubes de investimento1.
- Home Broker: site (sistema) de uma corretora que permite que o cliente compre e venda
ações pela internet.

1 Fundos de Ações para um público restrito (grupo de investidores) levam esse nome de
“Clube”. Lembrar que o Santander tem “Fundos de Ações” somente para funcionários e, em função
de serem restritos (para grupo de investidores), são chamados de Clubes de Investimento.
Importante: Não existe compra e venda de ações sem o intermédio da corretora. Um cliente ao comprar e vender ações conta sempre com a intermediação da corretora. Esse conceito cai direto na prova.

�� Sociedade DISTRIBUIDORA* de TVM (Títulos e Valores Mobiliários).

*Assim como a Distribuidora da Natura oferece (distribui)produtos da Natura a seus clientes a Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários oferece (distribui) investimentos a seus clientes.
Lembre-se que: títulos e valores mobiliários = investimentos.
- Faz o mesmo que a Corretora, MAS não pode operar nas Bolsas (somente as Corretoras é que operam nas Bolsas).
- Faz intermediação de operações de câmbio (definição que caiu na prova de novembro/06).
- Distribui e administra fundos.
- Distribui oferta pública de ações: veremos esse conceito no módulo V, mas leve que quando uma empresa faz oferta ao público de suas ações – lançamento de ações, elas ainda não estão na Bolsa. É por isso que a distribuidora pode fazer oferta pública de ações ao invés de somente a corretora (porque oferta pública é quando as ações ainda não estão na bolsa, pelo contrário, elas são lançadas na bolsa).
*Os Fundos do Banco do Brasil são distribuídos pela Banco do Brasil distribuidora e assim vai...









01/12/10

Quanto custa seu Twitter? Site “Tweetyam” calcula para você!

CALCULAR TWITTER
Você já parou para pensar, se algum dia eu querer vender meu Twitter, quanto será que eu ganho com ele?
Pensando nisso, o site Tweetyam faz as contas para você, basta acessar o link acima, na página inicial digitar o usuário do seu Twitter, por exemplo: paulonichio (sem o @ ou o http://twitter.com) e em seguida o site irá calcular quanto que seu Twitter supostamente custaria.
Para se ter uma ideia, o Twitter da cantora Britney Spears, um dos mais populares, vale mais de $99098. Já o de Mano Menzes, técnico do Corinthians, sai pelo preço de US$ 24.885.

SIGA-ME @Blog_Cpa10

FONTE: http://atmun.com/2010/07/07/quanto-custa-seu-twitter-site-tweetyam-calcula-para-voce/

30/11/10

Mastercard lança sistema de pagamento pelo celular

A Mastercard anunciou hoje um novo sistema de pagamentos, via celular, com a diferença de que o consumidor inicia a operação. É o primeiro país em que a empresa implementa o programa.

O sistema começará a ser operado pela Redecard, Itaú e Vivo, em São José dos Campos, aos longo dos próximos dois meses.

O ineditismo da plataforma, segundo a Mastercard, vai permitir pagamentos à distancia.

O sistema é aberto a outras operadoras de celular, bancos e adquirentes que tiverem interesse de viabilizar pagamentos por esse sistema e a Mastercard já está em negociação com outras empresas.

O sistema será cobrado, mas, inicialmente, 30 mil consumidores serão convidados a participar.

O diretor de cartões do Itaú, Fernando Teles afirmou que "se uma pessoa quiser comprar ingressos para uma festa com antecedência, por exemplo, poderá fazer isso a distância".

Mil estabelecimentos serão credenciados pelos próximos dois meses e os 30 mil consumidores receberão um chip da Vivo e farão as operações de graça, durante o período de testes.

"Escolhemos o Brasil para lançar esse sistema inédito devido ao forte crescimento das transações por meio eletrônicos e do uso do celular e do potencial de bancarização que ainda existe no país", afirmou Gilberto Caldart, presidente da Mastercard Brasil.

A Mastercard afirmou ainda que esse sistema vai poder viabilizar operações mais seguras, porque os clientes não precisarão informar o número do cartão.


MARIANA SCHREIBER
DE SÃO PAULO

FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/mercado/838464-mastercard-lanca-sistema-de-pagamento-pelo-celular.shtml


24/11/10

Fundo de índice ganha espaço no mercado acionário

O nome ETF (Exchange-Traded Funds) ainda soa estranho por aqui, mas essa modalidade de aplicação começa a chamar a atenção no pregão da BM&FBovespa. No dia 13 de abril, o fundo ETF que acompanha o Ibovespa - principal índice da bolsa – bateu o recorde no volume de negociação da categoria, ao superar a marca de R$ 30 milhões. Foram negociadas 671.900 cotas do fundo, ao preço médio de R$ 45,78, em 122 negócios.
E você, já sabe como funciona esse tipo de investimento? O ETF é conhecido também como fundo de índice. Como o nome sugere, a sua meta é acompanhar o desempenho de um determinado índice acionário e para isso a sua carteira replica a composição desse indicador. O Ibovespa, por exemplo, é composto pelas ações mais líquidas, aquelas que correspondem a 80% dos negócios do pregão. Assim, o ETF atrelado ao Ibovespa tem esses mesmos papéis na sua carteira.
Dessa forma, o investidor pode diversificar os investimentos, sem necessidade de aplicar individualmente em cada um dos papéis das companhias que compõem um determinado índice, o que aumenta os custos. Além disso, conta com uma gestão profissional que será responsável por alterar a carteira conforme as mudanças na composição do índice. Até aqui sem grandes novidades, ele é parecido com um fundo de ação que tem como referência um índice, segue a gestão passiva.
A diferença, no entanto, é que as cotas do ETF podem ser negociadas diretamente no pregão, da mesma forma que as ações. Os fundos de índice são aprovados para listagem e negociação como valores mobiliários na BM&FBOVESPA. Dessa forma, pode ser usado pelos cotistas como margem para outras operações por eles realizadas na bolsa. Além disso, os ETFs também são válidos em empréstimo em operações de mercado, conforme permitido pela regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Outra diferença é que o fundo de índice pode ter fonte de receita. É permitido, conforme definido no regulamento do ETF, que parte das suas cotas seja disponibilizada para operações de aluguel de ações.
O primeiro fundo de índice brasileiro foi o PIBB (Papéis de Índice Brasil Bovespa), lançado em 2004 com a meta de acompanhar o desempenho do índice IBrX-50. No final do ano passado, foram lançados outros três fundos ETFs (iShares Ibovespa, iShares BM&FBovespa Small Cap e iShares BM&FBovespa MidLarge Cap), baseados em outros índices do mercado de ações.
Para investir em um ETF é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores ou distribuidora devidamente autorizados. O processo é o mesmo da compra e venda direta de ações no pregão. Os agentes envolvidos na operação são:
Bolsa de valores: fornece a plataforma para listagem, negociação, liquidação e custódia.
Gestor do fundo: responsável pela gestão da carteira do fundo.
Administrador do fundo: responsável pela administração do fundo e pela emissão e resgate das cotas do ETF.
Agente autorizado: corretora ou distribuidora que pode emitir e resgatar lotes mínimos de ETFs, relacionando-se diretamente com o administrador do fundo.
Custodiante: assegura a guarda dos ETFs e dos ativos que os compõem, bem como operacionaliza a emissão e o resgate das cotas.
Riscos do ETF
Os investimentos em ETF estão sujeitos aos riscos do mercado acionário, que é mais volátil, e por isso são recomendados para aplicações de longo prazo. Assim, quando o índice sobe o fundo acompanha, mas quando a cotação despenca o retorno do ETF também cai na mesma proporção.
Há também o risco de o administrador do fundo não conseguir acompanhar exatamente o desempenho do respectivo índice. Isso pode ocorrer porque as proporções das ações que compõem a carteira da aplicação podem não ser idênticas. Além disso, essa modalidade de investimento enfrenta o desafio da liquidez. Os fundos de índice ainda negociam volumes baixos no mercado acionário. O crescimento da negociação registrado no mês passado acena como uma tendência positiva.
Os ETF´s são bastante populares em países com mercado de capitais mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha, Espanha e Estados Unidos. De 2004 a 2008, o número de ETF‟s no mundo cresceu 662,3%, totalizando 3095 fundos, segundo dados da World Federation of Exchanges.
Para obter mais informações sobre essa modalidade de investimento acesse também o site da BM&FBovespa.

REFERENCIA : http://www.comoinvestir.com.br/boletins-e-publicacoes/boletim-como-investir/Paginas/fundo-de-indice-ganha-espaco.aspx





http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao22606&id=22917&url=cursos/bolsa.asp

23/11/10

Operação na 25 de março chega ao 2º dia com apreensão de 3 caminhões de produtos

A megaoperação de combate ao comércio irregular iniciada ontem nas imediações da rua 25 de Março chega ao segundo dia nesta terça-feira. O saldo de produtos apreendidos, segundo balanço da Receita Federal, encheu três caminhões de produtos ilegais, no entanto, o órgão não soube informar a quantidade exata.

De acordo com a Receita Federal, trabalham na Operação Receita de Natal 100 servidores da carreira de auditoria da Receita Federal, com apoio de 80 policiais militares, e mais 20 policiais federais.


O alvo da operação são 170 lojas, num total estimado de até 1.000 pontos de venda, que segundo a Receita têm "fortes indícios da prática de crimes de sonegação, descaminho e contrabando".

Durante a operação foram realizadas buscas em galerias na rua 25 de Março. A força-tarefa encontrou estabelecimentos com tetos falsos, onde foram encontradas mercadorias escondidas.

Um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal, autoriza a apreensão de documentos e mercadorias sem nota fiscal ou falsificadas em lojas e galerias na região da rua 25 de Março. Com a ordem judicial, diz a Receita Federal, está autorizado 'o arrombamento, em dois prédios da região, de lojas, depósitos ou ainda em salas de escritório com indícios de estarem sendo usadas como depósito de mercadorias falsificadas ou sem comprovação de sua regular entrada no país'.

A operação pretende apreender documentos que sirvam de prova de esquemas de importação irregular e contrabando, além de milhares de artigos contrafeitos e piratas e mercadorias de origem estrangeira -- especialmente artigos eletrônicos de áudio e vídeo, de informática, videogames, notebooks, projetores de vídeo, filmadoras e câmeras digitais, celulares, aparelhos de GPS e MP4.

A Receita informou que as operações de combate ao descaminho e contrabando se intensificam no final do ano, por conta do elevado estoque de mercadorias, em virtude da época de natal. Ao todo foram realizadas 11 operações em São Paulo neste ano, com a apreensão de mais de R$ 140 milhões em mercadorias.


DE SÃO PAULO

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FONTEhttp://www1.folha.uol.com.br/mercado/834840-operacao-na-25-de-marco-chega-ao-2-dia-com-apreensao-de-3-caminhoes-de-produtos.shtml


22/11/10

Consumidor com produto sem nota pode ter mercadoria apreendida na 25 de Março

Os consumidores que estiverem na rua 25 de Março nesta segunda-feira e comprarem mercadorias sem nota fiscal estarão sujeitos a ter o produto apreendido pela polícia, segundo a Receita Federal. Desde as 10h30, uma megaoperação de combate ao comércio irregular vasculha lojas e pontos de venda da principal rua de comércio de São Paulo causa tumulto na região. Segundo a Receita Federal, alguns clientes da rua já tiveram produtos apreendidos hoje.

Trabalham na Operação Receita de Natal 100 servidores da carreira de auditoria da Receita Federal, com apoio de 80 policiais militares, e mais 20 policiais federais. Às 15h será realizada uma coletiva de imprensa para divulgar o volume de mercadorias apreendidas e desdobramentos da operação.

O alvo da operação são 170 lojas, num total estimado de até 1.000 pontos de venda, que segundo a Receita têm "fortes indícios da prática de crimes de sonegação, descaminho e contrabando". Toda a operação está sendo filmada por helicóptero da Receita Federal do Brasil que sobrevoa o local.

Os consumidores que estiverem na rua 25 de Março nesta segunda-feira e comprarem mercadorias sem nota fiscal estarão sujeitos a ter o produto apreendido pela polícia, segundo a Receita Federal. Desde as 10h30, uma megaoperação de combate ao comércio irregular vasculha lojas e pontos de venda da principal rua de comércio de São Paulo causa tumulto na região. Segundo a Receita Federal, alguns clientes da rua já tiveram produtos apreendidos hoje.

Trabalham na Operação Receita de Natal 100 servidores da carreira de auditoria da Receita Federal, com apoio de 80 policiais militares, e mais 20 policiais federais. Às 15h será realizada uma coletiva de imprensa para divulgar o volume de mercadorias apreendidas e desdobramentos da operação.

O alvo da operação são 170 lojas, num total estimado de até 1.000 pontos de venda, que segundo a Receita têm "fortes indícios da prática de crimes de sonegação, descaminho e contrabando". Toda a operação está sendo filmada por helicóptero da Receita Federal do Brasil que sobrevoa o local.





Um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal, autoriza a apreensão de documentos e mercadorias sem nota fiscal ou falsificadas em lojas e galerias na região da rua 25 de Março. Com a ordem judicial, diz a Receita Federal, está autorizado "o arrombamento, em dois prédios da região, de lojas, depósitos ou ainda em salas de escritório com indícios de estarem sendo usadas como depósito de mercadorias falsificadas ou sem comprovação de sua regular entrada no país".

A operação pretende apreender documentos que sirvam de prova de esquemas de importação irregular e contrabando, além de milhares de artigos contrafeitos e piratas e mercadorias de origem estrangeira -- especialmente artigos eletrônicos de áudio e vídeo, de informática, videogames, notebooks, projetores de vídeo, filmadoras e câmeras digitais, celulares, aparelhos de GPS e MP4.

MAÍRA TEIXEIRA
DE SÃO PAULO

FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/mercado/834248-consumidor-com-produto-sem-nota-pode-ter-mercadoria-apreendida-na-25-de-marco.shtml