SAI DAS DIVIDAS

19/10/2013

CPA 20 - Modulo 7 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco IV


ÍNDICE SHARPE 

Imagine que você está diante de duas oportunidades de investimento: o investimento “A” promete um retorno de 12% sobre o seu capital, enquanto o investimento “B” promete um retorno de 15%. Qual deles você escolheria? A resposta parece bem óbvia, mas e se eu adicionasse a informação que a aplicação em “A” é praticamente isenta de risco, enquanto a aplicação em “B” apresenta uma grande probabilidade de você perder todo o capital investido. Essa informação mudaria a sua escolha, não é mesmo?

O Índice de Sharpe é um método amplamente utilizado para medir o retorno de uma determinada carteira de investimentos em função do risco, ou seja, permite ao investidor saber se ele está sendo bem remunerado pelo risco que está correndo.

Suponha podemos optar por dois fundos de investimento, cujo objetivo deles é permanecer acima do CDI. O primeiro passo é calcular a diferença entre o rendimento do fundo e o rendimento do benchmark (referência para comparação), ou seja, o quanto o fundo rendeu além do CDI. Pegando amostras mensais dos últimos 2 anos, teremos um total de 24 amostras. O passo seguinte é calcular a média aritmética dessas amostras (somar todas e dividir pelo número de amostras).

O cálculo do índice é feito por uma divisão. No numerador está a média das diferenças entre o resultado do fundo e o resultado do benchmark. No denominador está o desvio padrão dessa diferença.


O numerador nos fornece informação sobre o desempenho do fundo, enquanto o denominador nos fornece informação sobre o risco assumido para ultrapassar o benchmark. A melhor escolha será pelo fundo que tiver um IS maior. Um IS negativo significa que teria sido mais vantajoso investir no benchmark.

O Índice de Sharpe é uma ferramenta de comparação, e para fazer uma comparação precisamos de dois objetos e um mesmo referencial. Para que a comparação seja justa, é importante que sejam respeitados os mesmos critérios de cálculo (mesmo número de dados dentro do mesmo período de tempo – quanto mais dados, mais confiável será o índice).

Índice de Sharpe

O índice de Sharpe, criado por William Sharpe, é um indicador que permite avaliar a relação entre o retorno e o risco dos fundos. Ele deve ser usado para comparar fundos de uma mesma categoria. O índice de Sharpe é definido pela seguinte equação:
RF = Retorno Fundo
RLR = Retorno Livre de Risco
DP = Desvio Padrão do Retorno do Fundo
IS = \displaystyle  \frac{RF - RLR}{DP}
O retorno do fundo menos o retorno livre de risco é definido como prêmio que o investidor tem pelo risco que se dispôs a assumir. Quanto maior este prêmio, maior o Sharpe, quanto menor o desvio padrão, maior será o Sharpe.


CPA 20 - Modulo 7 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco V



Definição de Erro Quadrático Médio (EQM)

Em estatística, o Erro Quadrático Médio (EQM) é uma forma de avaliar a diferença entre um estimador e o verdadeiro valor da quantidade estimada. O EQM mede a média do quadrado do erro, com o erro sendo o montante pelo qual o estimador difere da quantidade a ser estimada.

Definição
Uma maneira simples de pensar em EQM é como um critério para selecionar um estimador adequado: em modelos estatísticos, os modeladores devem escolher entre vários estimadores do potencial. Em termos práticos, o EQM é igual à soma da variância e a tendenciosidade do quadrado do estimador. Um estimador é usado para deduzir o valor de um parâmetro desconhecido em um modelo estatístico. Tendência é a diferença entre o valor esperado do estimador e o verdadeiro valor do parâmetro estimado.

Utilização
Em modelagem estatística, EQM é usado para determinar em que medida o modelo não se ajustou aos dados ou se remover certos termos poderia simplificar o modelo de forma benéfica. O EQM fornece um meio de escolher o melhor estimador: um EQM mínimo frequentemente, mas nem sempre, indica a variação mínima e, portanto, um bom estimador. Tirar a raiz quadrada de EQM produz o Desvio Quadrático Médio, uma boa medida de precisão também conhecida como Média Quadrática.

Interpretação
Ter um Erro Quadrático Médio de zero (0) é o ideal, mas na maioria das situações nunca é possível. O EQM de zero significa que o estimador prevê observações com precisão perfeita


Tracking error 

.... é uma medida de quão aproximadamente um portfolio replica o seu benchmark. O tracking error mede o desvio-padrão da diferença entre os retornos do portfolio e os do benchmark.
Para um fundo que visa replicar um índice, o tracking error deverá ser tão próximo quanto possível de zero.
O tracking error medido historicamente, é chamado tracking error "realizado" ou "ex-post". Se utilizarmos um modelo para prever o tracking error, será chamado tracking error "ex-ante".

Fórmula

A fórmula para o tracking error "ex-post" é o desvio-padrão dos retornos do portfolio[1], dado por:

T.E. = \sqrt{\frac{\sum_{i=1}^N \left( X_i - \bar{X} \right)^2 }{N-1}}

onde Xi é a diferença entre os retornos do portfolio e do benchmark para o período i, ou seja, se di é o retorno do activo no período i, e bi é o retorno do benchmark no período i, então Xi=di-bi. N é o número de observações, e
 \bar{X} = \frac{\sum_{i=1}^N X_i}{N}

Referências

- See more at: http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Tracking_error#sthash.2CKtlc7J.dpuf

FONTES : http://www.ehow.com.br/definicao-erro-quadratico-medio-eqm-fatos_6235/

         http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Tracking_error

12/10/2013

CPA 20 - Modulo 7 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco II I


MEDIDAS DE PERFORMANCE : INDICADORES E SUAS LIMITAÇÕES


ÍNDICE BETA:  o beta é um termômetro que mede a aderência de uma ação ou uma carteira de ações junto ao seu benchmarks (IBOVESPA) tendo por definição beta = 1 ,

A vantagem de calcular o beta de uma carteira é dimensionar seu risco em relação à média do mercado. Este índice geralmente oscila entre zero e 2. Veja o que cada graduação significa:

Ação ou carteira com beta 1:O beta da carteira do IBOVESPA é igual a 1, justamente porque esta é a carteira utilizado Brasil como parâmetro de movimento de mercado. É possível formar uma carteira de ações com beta 1 utilizando um número bem menor de papéis do que os 57 que compõem o Ibovespa. Esta carteira terá risco bem próximo da média do mercado.O beta dos Fundos de Ações Passivos Ibovespa, por exemplo, é muito próximo de 1.Esses fundos não são compostos por 57 ações, já que muitas têm peso pequeno no índice, o que dificultaria muito a gestão da carteira. Os gestores escolhem um número menor de papéis e alocam maior ou menor peso a cada um deles, de forma que a carteira esteja sempre colada ao índice utilizado como benchmark.

Ação ou carteira com beta acima de 1:Esse tipo de ação ou de carteira indica risco acima da média do mercado. Teoricamente,quanto maior o beta, maior será a sensibilidade da carteira em relação ao movimento médio da bolsa. Isso quer dizer que, em momentos de alta do Ibovespa, a carteira tende a subir mais do que o índice. Já em momentos de baixa, tende a cair mais. Carteiras com beta muito acima de 1 significam risco alto e são indicadas para investidores agressivos.

Ação ou carteira com beta abaixo de 1:Esse tipo de ação ou de carteira indica risco abaixo da média do mercado. Teoricamente,quanto menor o beta, menor será a sensibilidade da carteira em relação ao movimento médio da bolsa. Em momento de queda do Ibovespa, a carteira tende a cair menos do que o índice, ou pode até mesmo continuar com variação positiva. Mas, em momentos de alta, tende a subir menos. Carteiras com beta abaixo de 1 são defensivas. Ou seja:indicadas para investidores mais conservadores.O beta de uma carteira nada mais é que a média ponderada dos betas das ações que a compõem. Veja, abaixo, um exemplo de cálculo do beta de uma carteira hipotética de ações



05/10/2013

CPA 20 - Modulo 7 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco II

Bem agora que vocês já sabem e o que é risco sistemático e o que é risco não sistemático , vamos falar dos risco derivados dos dois .


RISCO SISTEMÁTICO


  • Risco de mercado  É o risco associado à possibilidade de perda por oscilação nos preços de ativos diante das condições de mercado. Esse tipo de risco está relacionado às operações realizadas nos mercados de ações, câmbio, taxa de juros e commodities, que podem ser feitas diretamente através da compra e venda de ativos ou operações com derivativos, podendo resultar, inclusive, em perdas superiores ao investimento feito pelo cliente.
  • Ações: Perdas em função de oscilações imprevistas nos preços das ações presente em determinada carteira.
  • Commodities: Matéria prima como (petróleo , minerais, milho etc...) podem ter oscilações
  • Taxa de cambio : valorização e desvalorização de moeda.
  • Risco de mercado Externo: Investir em ativos no exterior e uma forma de aumentar o lucro de uma carteira , porem esses ativos incorre riscos como por exemplo: 
  • oscilações na taxa de cambio: uma abrupta oscilação na moeda (valorização ou desvalorização)
  • Mudanças no cenário macroeconômico mundial: Guerras , crise imobiliária ,(Crise Suprime) .


RISCO NÃO SISTEMÁTICO

Risco de Crédito: É o risco associado ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte, de suas obrigações financeiras nos termos e prazos pactuados, gerando inadimplência ou atraso na liquidação de suas obrigações, resultando em perda financeira para a parte credora.

Obs. Todo o investimento em renda fixa possui um risco de credito , como por exemplo (CDB, Debentures e notas promissórias ) quanto maior o prazo maior sera o risco de credito.

Risco de Liquidez: É o risco associado à possibilidade de o cliente não possuir recursos financeiros suficientes em uma data prevista para honrar seus compromissos, em razão de descasamentos entre fluxos de pagamentos e de recebimentos seja por:
(a) dificuldade em negociar rapidamente ativos ou posições que possua, por falta de preços ou de liquidez de mercado;
(b) dificuldade para obter funding ou financiamento de sua posição de caixa e com isso manter suas obrigações financeiras adimplentes.
Para ambos os casos, o cliente estará sujeito a perdas financeiras.

Obs: Quando você tem dificuldades para vender algo incorre nele o risco de liquidez.







02/10/2013

CPA 20 - Modulo 7 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco

       
    Bem amigos , vamos falar sobre risco , entendemos em investimento que quanto maior o risco maior sera a possibilidade de ganho , e quanto menor o risco menor sera a rentabilidade , por isso é importante a diversificação para diminuir esse risco .. agora quais são esses risco é isso que iremos falar.


Vamos começar com o risco  sistemático e risco não sistemático :

Risco Sistemático:  não é diversificável refere-se ao risco de colapso de todo um sistema financeiro ou mercado, com forte impacto sobre as taxas de juros, câmbio e os preços dos ativos em geral, e afetando amplamente a economia. A medida utilizada para medir o risco sistemático é o índice de mercado. 


Risco Não- Sistemático: inerente a própria empresa ou a um determinado setor. Ou seja, fatos que afetam apenas o ativo em questão ou o setor em questão. Ao contrario do risco sistemático é diversificável parcialmente ou totalmente diluído pela pratica de diversificação da carteira de investimentos.
Um exemplo disso seria uma greve no setor bancário ou quando os funcionários de uma única empresa fazem alguma paralisação ou, ainda, alguma mudança no padrão de consumo. A forma como é medido o risco não-sistemático é baseado no desvio-padrão dos retornos do papel em questão. A forma mais eficaz de se evitar o risco não-sistemático é através da diversificação de portfólio.









Fontes utilizadas : http://financas-em-foco.blogspot.com.br/2012/04/risco-sistematico-e-nao-sistematico.html

15/03/2011

Ouro acumula maior valorização dos últimos 12 meses

 O ouro atrai investidores que querem conciliar rentabilidade e segurança por ser um ativo real em um período de crise no mercado virtual de ações e com valorização em torno dos 20% nos últimos 12 meses. No entanto, quem opta pela compra na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) vai investir, invariavelmente, mais de R$ 10 mil e não estará imune às oscilações de mercado.<br>
<br>
Tomando como exemplo o fechamento do ouro ontem, em R$ 53,80 o grama, quem fez o investimento mínimo no lote-padrão de 250 gramas pela BM&F com prazo de 30 dias teve que desembolsar R$ 13.514,77, incluídas as taxas de corretagem, seguro e outros encargos.<br><br>
O investidor também precisa ficar atento às cotações do dólar, já que a base de cálculo do metal é indexada internacionalmente pela moeda americana. “Um dos riscos do ouro no Brasil é a cotação atrelada ao dólar. Em todo final de pregão, a cotação do ouro é transformada em dólar para depois ser calculada em real. O metal é cotado seguindo patamares internacionais definidos pela Comex (Câmara de Comoditties da Bolsa de Nova York)<br><br>
Mesmo com a rentabilidade do ouro sendo a maior entre todas as aplicações no acumulado dos últimos 12 meses (19,4% diante dos 7,2% do dólar, 7,48% da poupança e -18% da Bovespa), quem aplicou no ouro no início da crise mundial, perdeu dinheiro depois da intervenção dos governos Estados Unidos e de países da Europa na economia, no início de outubro.<br>
<br>
O grama era cotado na faixa dos R$ 58 no início deste mês – R$ 4,50 a menos que ontem. A queda totalizou uma perda de R$ 1.125 no lote-mínimo de 250 gramas da BMF neste período inferior a 20 dias.

 


FONTE : http://www.4dfolheados.com.br/ver_noticia.php?id=27

06/03/2011

Fundos de InvestimentoI (IMPORTANTE)

Boa Parte do que cai na prova se refere a Fundos então vamos focar um pouco e conhecer melhor.



CONCEITO

Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de investidores (cotistas) que têm por objetivo rentabilizar suas aplicações.
Uma instituição ao oferecer um fundo de investimento oferece um serviço que é o de investir os recursos dos clientes que aplicam nos fundos (administrar os recursos dos clientes). É por isso que a taxa cobrada por esse serviço chama-se taxa de administração.
Na lei (Instrução CVM 409 e 450) é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio, destinado à aplicação em ativos.
Um fundo de investimento tem como característica (isso poder cair na prova):
- Eqüidade (igualdade) entre investidores.
- Diversificação e aplicação com baixos valores.
- Permite que o investidor chegue em mercados que sozinho não seria capaz de atingir.
- Oferecer direitos e deveres ao investidor.
Cota: fração (= pedaço) do patrimônio do fundo.
Patrimônio Líquido ($): Valor dos Ativos (títulos, ações...) + Valores a Receber – Despesas
Valor da cota: Patrimônio Líquido
Número de Cotas
A ANBID costuma perguntar o que é o valor da cota. Basta lembrar que se é valor é algo que tem que ser expresso em reais ($). Portanto, eu tenho que pegar algo que é expresso em $, ou seja, o Patrimônio do Fundo ($ total do fundo) e dividir pelo número de cotas (número de pedaços do fundo).
Dica: falou em valor da cota. A própria pergunta já diz, transforme em: valor ($) da
Cota Dicionário Anbidinês: Número de Cotas = Saldo em Cotas (é a mesma coisa!)
Chinese Wall (Muralha da China): É a segregação (que o Banco Central pede que ocorra) entre duas áreas (a área de Fundos e de CDB). Estas áreas têm que trabalhar separadas, com o objetivo de evitar conflito de interesses*. (IMPORTANTE)
Na ANBID, ela vai falar assim: Segregação entre a administração de recursos próprios (= CDB) e a administração de recursos de terceiros* (= fundos de investimento).
Dica: Foque na palavra-chave segregação (para dizer que é Chinese Wall).
Importante: A área de CDB também é conhecida como Área de Recursos de Tesouraria.

ASPECTOS GERAIS:

Distribuidor: Vende cotas de fundos aos investidores. O distribuidor faz a captação dos
Recursos do cliente para aplicar nos fundos (lembrar da campanha de captação = você capta o recurso do cliente para aplicações em fundos).
Associe: o distribuidor é você.
Custodiante: Cuida da posição do fundo e faz marcação a mercado.
Depois que o gestor faz as operações de compra e venda, alguém tem que liquidar a operação, ou seja, fazer ou receber os pagamentos, entregar ou receber os títulos/ações que foram
negociados... Ele também se responsabiliza pela guarda desses ativos.
Gestor: Compra e vende os ativos (títulos, ações) do fundo. Toma as decisões de investimento.
DECIDIR o que comprar e vender no fundo (ele toma as decisões de investimento*).
*Reforce essa informação: porque tem muita gente que confunde e diz que quem toma as
Decisões de investimento é o administrador.
Administrador: Cuida de todo o resto. É o responsável LEGAL pelo fundo. Presta informações ao investidor e à CVM.
 Portanto, é um papel do administrador cuidar da constituição (criação do fundo) e da contratação de prestadores de serviço (auditor, gestor, custodiante) do fundo.
Auditor: audita as demonstrações contábeis (prestação de contas = balanço) do fundo.
Associe: Esse é um exemplo de conceito em que palavra já diz tudo, o auditor audita, ok?
Cotista: PROPRIETÁRIO dos ativos do fundo.
Associe: O cotista é o dono do $ que está investido no fundo, dos títulos e ações (ativos) que
compõem o fundo. Cuidado para não dizer que o dono é o administrador ou o gestor. Lembre-se então que um fundo não é garantido nem pelo administrador nem pelo gestor.
Assembléia: instância máxima de DECISÃO do fundo.
Associe: Para o cliente que reclama que tem que ir até POA, reforce que ele está indo para a
instância MÁÁÁXIMA de DECISÃO do fundo.



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  • Introdução
  • A Auto-Imagem
  • Encontro, Confronto e Dominação
  • O que é FeedBack
  • Importância do FeedBack
  • A Janela de Johari
  • A Busca do conhecimento
  • Formas do "Eu"
  • Disfunções do FeedBack
  • Eficácia
  • Exercícios relacionados
  • Determinação, disciplina e técnica
  • Tempo, dinheiro e saúde
  • A Origem
  • Utilizando um "não" de maneira produtiva
  • Hábitos
  • Atingindo Metas
  • Formas de desperdício de tempo
  • Sua cota pessoal
  • Pesquisa relacionada
  • Avaliando seu Tempo disponível
  • Gastar tempo com...
  • Exercícios relacionados

06/01/2011

Tesouro Direto versus CDB, o que rende mais?

Vamos comparar a rentabilidade projetada para os próximos 12 meses de um CDB pós fixado para uma LFT em diversos cenários de custos para a LFT e de rentabilidade para o CDB.







O grande impecilho para o investidor do tesouro direto é o elevado custo da CBLC cobrado pela BM&F Bovespa. O percentual de 0,4% é muito, considerando não apenas a taxa de juros atual, mas também o valor cobrado pelas corretoras.

Pasmem, o custo é alto principamente quando vemos o quanto esse mercado vem crescendo. Há apenas 3 anos existiam pouco mais de 60 mil investidores cadastrados com R$ 969 milhões aplicados, enquanto que em julho deste ano há 163 mil investidores com um volume total de R$ 2,9 bilhões. O volume de dinheiro triplicou e os custos continuaram os mesmos.




Conforme a tabela acima o rendimento médio de uma LFT será superior apenas ao CDB que paga 90% do CDI. Tesouro direto não parece ser uma boa opção para investidores que queiram aplicar em LFT, entretanto para LTN e NTN-B pode ser uma boa alternativa, devido a estratégia, pois é difícil encontrar CDBs pré-fixados e menos ainda corrigidos pela inflação.

Abaixo tem a lista de algumas corretoras que cobram diferentes taxas para o investidor que quer aplicar no Tesouro Direto.



FONTE: http://www.oguardiaodoseudinheiro.com.br/2010/08/06/tesouro-direto-versus-cdb-o-que-rende-mais/

02/12/2010

04/11/2010 14h00 - Atualizado em 04/11/2010 15h02 O G1 já viu: filme 'A rede social' traça retrato crítico da juventude 2.0

Longa de David Fincher mostra os bastidores da criação do Facebook.
Produção encerra nesta quinta-feira (4) a 34ª Mostra de Cinema.



Um garoto genial e tímido, mas mimado, revoltado, vingativo, ganancioso, trapaceiro, arrogante e que passa o dia de chinelo de avô e moletom. Em 140 caracteres, essa é uma descrição que se pode fazer de Mark Zuckerberg, tendo-se apenas como base “A rede social”, filme de David Fincher que encerra a 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo nesta quinta-feira (4).


O longa, que só estreia no Brasil em 3 de dezembro, é vendido como a história do Facebook, maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários. Mas a primeira coisa a se saber sobre ele é que se trata de um filme sobre Zuckerberg, um prodígio da computação que se tornou bilionário aos 23 anos, cuja história serve para Fincher traçar um crítico retrato da juventude 2.0., desregrada e ensimesmada.
Copia e cola
“A rede social” tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada. Para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que destrói a reputação dela e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo mote é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.



A invenção o torna popular pela primeira vez. Três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, de nicho, em que os cadastrados poderão se relacionar sabendo exatamente quem é a pessoa por trás da tela do monitor.


Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e europeias.
Thriller nerd
Ter acesso aos bastidores da criação de uma rede social virtual não parece nada atraente, tudo bem, mas é aqui que entra o olhar de Fincher. A narrativa não é linear e mescla cenas do passado com presente, como Zuckerberg programando e se defendendo no tribunal universitário de seus ex-colegas que lutam pelo crédito a que têm direito.
Essas cenas de disputa são tensas e servem para apresentar uma bela geração de novos atores que vêm por aí. Eisemberg tem uma quietude arrogante: ele não sorri nem altera o tom de voz e criou um irritante trejeito de falar atropelando as palavras. Garfield, que em breve será o novo Homem-Aranha, destaca-se pela carga dramática que emprega ao seu personagem, o melhor amigo de Zuckerberg que leva uma rasteira daquelas.
Armie Hammer, que faz os gêmeos Winklevoss, está tão bem que nem parece um mesmo ator em dois papéis. Já Justin Timberlake também está ótimo na pele do escroque Sean Parker, cocriador do Napster e um dos primeiros a enxergar um potencial de negócios no Facebook.
“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa e até mesmo na crise da indústria fonográfica.
Fora isso, a edição alucinante e claustrofóbica de Fincher, pontuada com os ótimos diálogos do roteiro de Aaron Sorkin (da série “The west wing”) e a nervosa trilha sonora de Trent Reznor (do Nine Inch Nails), fazem do filme um thriller dos bons. Um thriller nerd dos bons.
34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
"A rede social"
Quando: 4 de novembro, às 20h
Onde: Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino; tel.: 3512-6111)

Gustavo Miller
Do G1, em São Paulo

FONTE: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/11/o-g1-ja-viu-filme-rede-social-traca-retrato-critico-da-juventude-20.html

SISTEMA FINANCEIRO PARTE II

ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento)

Associados: bancos de investimento e bancos múltiplos com carteira de investimento,
ou seja, bancos que lidam com investimentos.
Principais atribuições da ANBID:
�� Auto-regulação de fundos de Investimento.
�� Auto-regulação das ofertas públicas de títulos e valores mobiliários1.
�� Auto-regulação do Programa de Certificação Continuada (CPA-10).
�� Auto-regulação para os serviços qualificados de mercado de capitais2.
�� Auto-regulação do mercado de private bank doméstico3.
1 Títulos são contratos de empréstimo. Valores Mobiliários (FUDAS) são investimentos.
Portanto: Títulos e Valores Mobiliários = Investimentos.
2Os serviços qualificados do mercado de capitais compreendem os serviços de custódia
e controladoria de fundos de investimento, conforme foi perguntado na prova de junho/08.
3Private bank = segmento de clientes ricos.
3Doméstico = do país (empregada doméstica é a empregada da casa; embarque doméstico é o embarque nacional; mercado doméstico é o mercado da casa, mercado nacional).

Caiu na Prova: As instituições não filiadas à ANBID podem aderir aos Códigos de Autoregulação da ANBID mediante assinatura do Termo de Adesão.
Importante! Leve as atribuições da ANBID porque a ANBID sempre pergunta sobre ela na prova.
Dica: Foque em palavras-chave para facilitar a análise da questão. E no caso da ANBID a palavra-chave é “Auto-Regulação”.

PRINCIPAIS INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

Banco Múltiplo
Os bancos podem operar com diversas carteiras. Carteira: comercial, de investimento,
de desenvolvimento, de crédito, de financiamento e de arrendamento mercantil (leasing).
Cuidado! Não queira levar mais do que a prova pede, veremos aqui somente os conceitos
de carteiras de investimento e comercial. Não precisa levar as demais.

Quantas carteiras para ser Banco Múltiplo? ≥ 2. Uma delas tem que ser COmercial ou
de INvestimento (associar* as iniciais com a palavra COIN, que significa moeda em inglês).

*Uma dica para ajudá-lo nos estudos é fazer associações com palavras, pois fica mais fácil de levar para a prova.

Banco Comercial (ou Carteira Comercial de um Banco Múltiplo):
- Capta depósitos à vista (Conta Corrente). Capta depósitos a prazo (CDB).
- Financia a curto é médio prazo*
* Leve este conceito “curto e médio prazo” que cai direto na prova. Lembre que o Santander é um banco múltiplo, e que o segmento que atuamos na agência é o comercial (associe: que no nosso segmento, o cliente não quer nem ouvir falar em “longo prazo”, portanto, Banco Comercial = financia a curto e médio prazo).

Banco de Investimento (ou Carteira de Investimento de um Banco Múltiplo)
- NÃO capta depósitos à vista (conta corrente). Capta depósitos a prazo (CDB).
- Financia a médio e longo prazo. (associe: que quando falamos em Banco de Investimento,estamos falando em bancos que não têm conta corrente, que não emprestam para o povão,mas sim para empresas, e se falamos em investimentos, devemos pensar no médio e longo prazo, portanto, Banco de Investimento = financia a médio e longo prazo).
- Empresta $ para empresas: capital fixo e de giro(= aquele que gira na empresa=$para reposição de mercadorias).
- Administra e vende fundos de investimento (= administração de recursos de terceiros1)
- Estrutura a emissão de investimentos, ou seja, títulos e valores mobiliários2.

1 Entenda administração de recursos de terceiros (terceiros = clientes) como fundos de investimento. Num fundo de investimento reunimos os valores aplicados dos investidores
e administramos os recursos aplicados (investimos o $). É por isso que o nome da taxa que cobramos por administrar o recurso do cliente em um fundo chama-se taxa de
administração.

2 Títulos (contratos de empréstimo) e valores mobiliários (FUDAS) = Investimentos.
Resumindo Diferenças Bancos
Banco Comercial Banco de Investimento
Financia a curto/médio prazo. Financia a médio/longo prazo.
Capta depósito a vista (conta corrente). Não Capta depósito a vista (conta corrente).
Não é de Investimento. É de investimento (oferece fundos,
investimentos = títulos e valores mobiliários).

Veja que a ANBID poderia perguntar qual é o Banco Múltiplo das alternativas abaixo que tem depósito à vista (conta corrente)? É aquele que tem
a) Somente carteira comercial.
b) Carteira de investimento e de crédito.
c) Carteira comercial e de crédito.
d) Somente carteira de investimento.

Lembre-se que: um banco múltiplo tem que ter pelo menos uma carteira COmercial ou de INvestimento (COIN). Tenho que buscar a resposta que seja duas carteiras pelo menos – estou falando de Banco Múltiplo - e que uma seja comercial – já que estou falando que este Banco tem conta corrente. Alternativa correta é c.

Associe: O Santander é um Banco Múltiplo (tem de tudo). Ele atua como Banco Comercial e você faz parte disso (é da área comercial). Na nossa área comercial, oferecemos depósito a vista para o cliente (conta corrente) e a gente vê que o cliente não quer nem saber de longo prazo, é por isso que falamos que o Banco Comercial financia a Curto e Médio prazo. E atua como Banco de investimento, e quem faz parte desse pedaço do Santander é a área que lida com investimentos (fundos de investimento)... e quando falamos em investimentos, pensamos em médio/longo prazos, é por isso que no Banco de Investimento (lembre-se da parte de Investimento do Santander)
financiamos a médio/longo prazos.

OUTROS INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS
Tanto a Corretora quanto a Distribuidora são intermediários financeiros, ou seja, vão cuidar
da intermediação de investimentos. A principal diferença é que a Corretora opera nas Bolsas,já a Distribuidora NÃO opera nas Bolsas.

BOLSAS (DE VALORES / DE MERCADORIAS E FUTUROS)
�� Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo)
- Local COM fins lucrativos onde são negociados títulos e valores mobiliários*.
*Na Bolsa sabemos pela Fátima Bernardes que são negociadas ações (ações está dentro de FUDAS = valores mobiliários) e além de ações encontramos também debêntures e até um tipo de fundo de investimento.
Portanto, falou em local onde são negociados FUDA (fundo, debêntures e Ações), falou em Bovespa. Opa, Cadê o S de Swap. Swap é na BM&F que veremos abaixo. Veremos no módulo VI que fundo é esse negociado na Bovespa.
- Fiscalização: CVM (faz parte de FUDAS)
�� BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros)
- Local COM fins lucrativos onde são negociados derivativos (Swap).
- Fiscalização: CVM (faz parte de FUDAS)

Mas afinal, o que são derivativos?
Dica: para levar o que é um derivativo é só pensar no derivativo mais antigo que existe, que é o noivado. O noivado é um contrato entre duas pessoas (duas partes) que eu faço hoje para
ser honrado numa data futura. Portanto, associe o DERIVATIVO com o NOIVADO.
Swap: único derivativo que estudamos para a ANBID. É um contrato entre 2 partes que possibilita troca de rendimentos para ser honrado uma data futura, ou seja, a troca vai ocorrer em uma data futura.
Importante: Recentemente a BM&F e Bovespa se juntaram. Surgiu a BM&FBovespa, mas o tópico referente a essa união só começará a cair na prova o ano que vem.

�� Sociedade CORRETORA de TVM (Títulos e Valores Mobiliários).
- Opera em Bolsas, cuidando da intermediação da compra e venda de ações e derivativos
(títulos e valores mobiliários).
- Administra fundos e clubes de investimento1.
- Home Broker: site (sistema) de uma corretora que permite que o cliente compre e venda
ações pela internet.

1 Fundos de Ações para um público restrito (grupo de investidores) levam esse nome de
“Clube”. Lembrar que o Santander tem “Fundos de Ações” somente para funcionários e, em função
de serem restritos (para grupo de investidores), são chamados de Clubes de Investimento.
Importante: Não existe compra e venda de ações sem o intermédio da corretora. Um cliente ao comprar e vender ações conta sempre com a intermediação da corretora. Esse conceito cai direto na prova.

�� Sociedade DISTRIBUIDORA* de TVM (Títulos e Valores Mobiliários).

*Assim como a Distribuidora da Natura oferece (distribui)produtos da Natura a seus clientes a Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários oferece (distribui) investimentos a seus clientes.
Lembre-se que: títulos e valores mobiliários = investimentos.
- Faz o mesmo que a Corretora, MAS não pode operar nas Bolsas (somente as Corretoras é que operam nas Bolsas).
- Faz intermediação de operações de câmbio (definição que caiu na prova de novembro/06).
- Distribui e administra fundos.
- Distribui oferta pública de ações: veremos esse conceito no módulo V, mas leve que quando uma empresa faz oferta ao público de suas ações – lançamento de ações, elas ainda não estão na Bolsa. É por isso que a distribuidora pode fazer oferta pública de ações ao invés de somente a corretora (porque oferta pública é quando as ações ainda não estão na bolsa, pelo contrário, elas são lançadas na bolsa).
*Os Fundos do Banco do Brasil são distribuídos pela Banco do Brasil distribuidora e assim vai...